Avaliação Ecológica Momentânea para a clínica empírica.

O caso não pausa
quando a sessão termina.
A sua leitura clínica também não.

Mensuração intensiva onde os processos realmente operam: o cotidiano do paciente. Observação estruturada no lugar de lembrança retrospectiva, em tempo real, com critério clínico.

Lumina · painel clínico
Painel do caso Panorama do acompanhamento
Janela14 dias
Adesão86%
BaseT = 34
Questionários 10 ativos
Leitura rápida pronta
Rede
Relato de terapeuta

“Antes do Lumina, mesmo sabendo da importância da mensuração na PBP, havia muita fricção para transformar isso em rotina clínica. Hoje, tanto eu quanto meus pacientes conseguimos sustentar o acompanhamento entre sessões com muito mais clareza, continuidade e menos atrito.”

Foto de Vinícius Vargas
Vinícius Vargas Terapeuta

O abismo narrativo dos 50 minutos.

Boa parte da infraestrutura que mantém esquiva, reatividade e persistência sintomática ocorre longe do seu campo de visão. Quando a intervenção é guiada apenas pela memória do encontro, nuances importantes se perdem.

01

Da média para o caso singular

Publicações se apoiam no grupo, mas a intervenção acontece em um único paciente. O Lumina transforma evidência longitudinal em leitura aplicada ao caso, sem depender de rótulos diagnósticos genéricos.

02

Leitura em camadas

O painel clínico convida a começar pelo que pede atenção agora: agenda, adesão, ritmo. Você aprofunda quando houver base para isso. Cada camada revela mais, sem antecipar o que os dados ainda não sustentam.

03

Critério que não aceita blefes

Outros softwares empilham gráficos sem base. Se a janela clínica não alcança significância estatística, o Lumina não desenha rede nenhuma. Sem mínimo de dados, sem visualização.

04

Metas do caso, não do manual

Goal Attainment Scaling transforma objetivos individuais em escala formal. O progresso é do paciente: medido longitudinalmente, comparado consigo mesmo, integrado ao painel clínico.

05

Rede temporal: quem empurra quem

O modelo estima quais processos influenciam outros ao longo do tempo. Ansiedade ontem pode prever mudança na ruminação hoje. A análise identifica direção temporal condicionada entre variáveis, indo além de correlação simples.

06

Hierarquia: quais processos estão no leme

A rede mostra relações, mas o clínico precisa saber por onde começar. O Lumina cruza influência temporal com severidade atual e calcula quais processos merecem atenção primeiro, guiado por métrica.

Metodologia não precisa produzir ruído técnico.

1

Defina o protocolo de acompanhamento

O terapeuta organiza questionários, escalas e janelas de resposta que acompanhem a rotina do paciente sem perder precisão clínica.

2

O paciente responde com clareza

O lembrete apenas convida a voltar ao app. A pergunta abre em uma tela limpa, com contexto suficiente e resposta rápida.

3

Acompanhe o caso em camadas

Agenda, adesão, séries temporais e comparações ficam na mesma superfície, sem dispersar a leitura do caso.

4

Dinâmica idiográfica e hierarquização

Cruzou o limiar mínimo de T? O Lumina estima grafos temporais lag-1 como apoio técnico para decisão clínica, com critérios de qualidade explícitos.

Tela real do app do paciente com pergunta, escala deslizante e navegação entre itens.

Questionários no app.Coleta automática, sem fricção.

O paciente responde dentro do fluxo da rotina e cada resposta entra automaticamente na linha temporal para acompanhamento clínico.

Para clínicas orientadas por processos.

O clínico entra num painel organizado, cria questionários, agenda coletas e acompanha cada caso com a profundidade que fizer sentido.

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Organize sem espalhar

Pacientes, instrumentos, agenda e sinais recentes convivem na mesma superfície. Sem troca de contexto desnecessária.

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Enxergue adesão e ritmo

Confiança é variável, e aparece como tal. Na evolução do caso, janela temporal, índice de dados faltantes e volume T-estatístico são as primeiras informações visíveis.

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Aprofunde com critério

A rede idiográfica aparece só quando houver base observacional. Janela, T e estabilidade ficam visíveis ao lado.

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Questionários flexíveis

Tipos variados, lógica condicional e escalas ajustáveis. O protocolo acompanha a formulação do caso — não o contrário.

Para quem responde.

O paciente não precisa aprender um sistema complexo. Ele precisa conseguir entrar com facilidade, responder rápido e sentir que sua privacidade está preservada.

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Entrada clara

A clínica orienta uma vez. Depois, o retorno fica curto, previsível e fácil de reconhecer, com PIN ou código de acesso.

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Resposta sem atrito

Escala legível, componentes grandes e um caminho direto para concluir a coleta sem ruído visual.

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Privacidade no gesto

O lembrete só chama de volta. O conteúdo fica dentro do app. Nenhuma pergunta ou resposta aparece na tela de bloqueio.

Goal Attainment Scaling

Metas que pertencem ao caso,
não ao manual.

Kiresuk e Sherman (1968) criaram a GAS para resolver um problema direto: como medir progresso quando cada paciente busca coisas diferentes? A resposta foi uma escala de cinco níveis construída junto com o paciente.

O método

Nível zero é o resultado esperado. Abaixo, progresso insuficiente. Acima, resultado que superaria a expectativa. Cada meta descreve comportamento observável e concreto.

O T-score resultante (média 50, DP 10) permite comparação entre pacientes e períodos sem forçar todos no mesmo molde diagnóstico. Cinco décadas de replicação em saúde mental, reabilitação e pediatria.

Por que importa na clínica

Escalas padronizadas medem sintomas genéricos. Se o objetivo do paciente é “ir ao mercado sozinho”, nenhum inventário captura essa conquista. A GAS é mais sensível a mudanças clinicamente significativas do que medidas globais (Turner-Stokes, 2009).

+2
Muito acima do esperado Vai ao mercado, cozinha e recebe visitas
+1
Acima do esperado Vai ao mercado sozinho e escolhe itens
0
Resultado esperado Meta definida com o paciente Vai ao mercado acompanhado, sem crise
−1
Abaixo do esperado Tenta ir mas desiste na porta
−2
Muito abaixo do esperado Não sai de casa durante a semana

Goal Attainment Scaling · Kiresuk e Sherman, 1968

conversion_path

No Lumina

Cada meta GAS se torna um eixo de acompanhamento longitudinal, integrado à coleta EMA. Janela temporal, adesão e critério estatístico se aplicam às metas do paciente. Progresso deixa de ser impressão e passa a ser série temporal.

Redes temporais idiográficas

Processos do paciente formam uma rede.
O Lumina torna isso visível.

Em psicologia clínica, uma “rede” é um mapa de como variáveis se relacionam ao longo do tempo. Trata-se de um modelo estatístico estimado a partir dos dados do próprio paciente.

O que é um nó?

Cada nó é um processo que o paciente reporta: ansiedade, ruminação, evitação, qualidade de sono, etc. É aquilo que você definiu no questionário.

O que é uma aresta?

Uma seta entre dois nós indica que ontem, o processo A previu mudança no processo B hoje. A espessura da seta mostra a força dessa relação. Isso indica associação temporal condicionada, não causalidade garantida.

graphical VAR (gVAR)

O método por trás: uma variação penalizada de vetores autorregressivos que estima relações temporais (lag-1) e contemporâneas controlando pelas demais variáveis. Publicado e replicado em dezenas de estudos com dados intensivos de pessoa única.

info

O Lumina só mostra a rede quando há dados suficientes (T ≥ 30). Sem base observacional mínima, a tela permanece vazia. Isso é intencional.

0.31 0.47 0.49 0.50 -0.13 -0.13 -0.14 -0.12 -0.11 CON RUM IMP EVI

Rede temporal estimada · azul = autocorrelação positiva · vermelho = influência negativa

Hierarquia de processos

A rede diz como. A hierarquia diz por onde começar.

Ver uma rede é útil, mas insuficiente. O clínico precisa saber: qual processo merece atenção agora?

O Lumina calcula um ranking cruzando duas métricas:

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Out-strength (influência temporal)

Soma das arestas de saída de cada processo. Quanto mais um nó “empurra” outros ao longo do tempo, maior sua influência na dinâmica do caso.

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Severidade atual

Mediana do processo na janela, ajustada pela direção clínica. Ansiedade conta quando alta; engajamento conta quando baixo.

Score final = influência × severidade. Processos que empurram outros e estão clinicamente elevados sobem no ranking.

verified

Estabilidade

O ranking é comparado entre janelas diferentes (14 dias, 60 dias, desde o início). Se a ordem dos processos muda muito, o sistema reduz a confiança e avisa. Sem consistência temporal, sem recomendação forte.

1
Ruminação (RUM)
out-strength 0.41 · severidade 78/100
2
Concentração (CON)
out-strength 0.33 · severidade 65/100
3
Evitação (EVI)
out-strength 0.22 · severidade 54/100
4
Impulso (IMP)
out-strength 0.15 · severidade 42/100
psychology

Arestas e hierarquia indicam direção temporal, não causalidade. O Lumina exibe indicadores de qualidade (T, dados faltantes, janela) ao lado de cada visualização para que a interpretação clínica respeite os limites dos dados.

MFA
Autenticação em dois fatores para terapeutas
Multi‑tenant
Cada terapeuta acessa só seus próprios pacientes
Discreto
Notificações nunca expõem conteúdo clínico
Contexto
Qualidade e janela visíveis junto de cada leitura

“Privacidade técnica e lisura clínica partem do mesmo alicerce no Lumina: segmentação ativa em multi-tenant e critério de leitura em cada janela.”

Instalação simples.

Como PWA, o Lumina fica disponível sem loja de aplicativos. O fluxo é curto, direto e fácil de orientar por mensagem.

Android

Instalar pelo Chrome

  1. 1 Abra o link do Lumina no Google Chrome.
  2. 2 Toque no menu de três pontos no canto superior direito.
  3. 3 Escolha Adicionar à tela inicial ou Instalar aplicativo.
  4. 4 Confirme. O Lumina aparece como app na tela inicial.
ios_share
iPhone e iPad

Adicionar à Tela de Início

  1. 1 Abra o link do Lumina no Safari.
  2. 2 Toque no botão de compartilhamento.
  3. 3 Selecione Adicionar à Tela de Início.
  4. 4 Confirme o nome. O Lumina fica acessível como ícone.

Puxe a métrica temporal
para dentro do consultório.

Monitoramento empírico intensivo nos eixos do caso. Leitura com contexto, sem rótulos sintomáticos genéricos.